12 de abr de 2007

GTP: O TEMPO NÃO PARA


Estamos envolvidos em uma busca constante de desenvolvimento na chamada Era da Informação, onde jamais podemos parar de atualizar nosso conhecimento, pois a cada dia uma nova ferramenta, uma nova versão, uma nova atualização e por aí afora, surge nos colocando à margem (sempre) da tecnologia.
Em feveiro deste ano testei pela primeira vez o Google Textos e Planilhas e acho que não conseguiria mais ficar sem esta ferramenta - que chamam de web 2.0 (será que é 20 válvulas?).
Imagine só que todo o meu trabalho se resume em escrever, ler e escrever. Daí posso estar em qualquer lugar do mundo que tenha computador com acesso à internet, que posso continuar trabalhando sem o menor problema.
Na coluna Zap da Revista INFO de fevereiro, Dagomir Marquezi escreveu um texto (futurista, mas nem tanto), falando sobre como será em 2012. Ele parte de dois pontos: o super avanço da tecnologia e o aquecimento global, em que as pessoas não poderão mais sair à luz do dia devido o efeito estufa e seremos como tatus (viveremos embaixo da terra).
Eu particularmente não sou muito chegado a sair no sol, primeiro pelo hemangioma, segundo porque sou branco feito branco e ficar muito tempo exposto ao sol me faz um mal terrível.
Daí, consigo trabalhar em casa sem ter a necessidade de sair. Consigo ir pra faculdade a noite e continuar trabalhando em algo que estava fazendo em casa, pois o texto foi salvo no GTP.
Um dia desses, minha turma do TCC estava aqui e casa e montamos uma rede e trabalhamos em um texto compartilhado, todos ao mesmo tempo. Funciona, apesar de dar alguns probleminhas do tipo, eu digito algo, outra pessoa digita e salva ao mesmo tempo e às vezes some algumas coisas. Fora isso é perfeito!
Outro exemplo clássico do trabalho que desenvolvo é que algumas vezes estou fora de casa e consigo conversar com meu sócio (que não está no Brasil) e discutir com ele algumas planilhas financeiras nesta ferramenta.
Aliás, todos os texto que escrevo neste blog estão salvos no GTP (se não existia, acabei de criar uma sigla para a ferramenta).
É, e foi-se o tempo da máquina de escrever!

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