8 de jun de 2015

Margrethe Vestager: o pesadelo do Google


Sempre brinquei que a intenção de ‎Larry Page e ‎Sergey Brin era dominar o mundo, igual àquele desenho do Pink e o Cérebro, que sempre tramam planos mirabolantes para "dominar o mundo". Quem não lembra do diálogo "Cérebro, o que faremos amanhã à noite?", o que tem como resposta "A mesma coisa que fazemos todas as noites, Pinky... Tentar conquistar o mundo!".

A empresa surgiu em 1998 e, desde então, se tornou uma das maiores empresas do mundo. Nada mal para uma empresa que ainda nem chegou à maioridade, né? No entanto, existe uma preocupação alarmante de governos do mundo todo, sobre a realidade que se passa neste domínio todo da gigante americana.

E atualmente, o maior pesadelo de Page e Brin é a dinamarquesa Margrethe Vestager, ex-Ministra de Economia de seu país e atual Comissária de Competição da União Europeia, tem travado uma briga e tanto com o Google, por conta de concorrência desleal, com acusação que pode levar a UE multar a Google em € 6 bilhões!!!

Em entrevista para a Folha (aqui), a economista fala sobre as questões da investigação e os motivos que levaram a apresentação da denúncia formal no último dia 15 de abril.


5 de jun de 2015

A arte do insulto à humanidade




Antes de mais nada, não entendo absolutamente nada de arte. E acho que esse meu desinteresse pelas artes se deve exclusivamente pelo desinteresse e falta de estímulos durante minha infância e adolescência: não me recordo de em nenhum momento durante meus anos escolares ter visitado qualquer exposição, museu ou qualquer outro ambiente de arte.

Esta semana recebi o exemplar da Revista Piauí do mês e um dos artigos principais foi a da com o artigo da jornalista Consuelo Dieguez entitulada "A gerra dos Clark", que vasculha a conturbada briga familiar pelo acervo de uma das principais artistas plásticas brasileira, de renome internacional e que deixou um legado humanístico incrível.

É bem interessante analisar no artigo, a forma como muitas famílias tem dado ao legado deixado por artistas falecidos e, no caso brasileiro, a importância dada ao acervo histórico que poderia ser muito bem trabalhado internacionalmente, mas o despreparo, a arrogância e a ganância de alguns, entrega um prejuízo sem igual à cultura e educação de toda humanidade.

Infelizmente, atitudes como essa são comuns no mundo, onde a individualidade e mesquinhez faz com que a humanidade perca muitas boas coisas.